olá!!!
como eu disse no post anterior eu consegui um jeito de postar hoje. Eu estou na praia, infelizmente, está chovendo por aqui. Hoje eu fui no boliche, foi muito engraçado. Tinha uma menina mé se achando com um shots nano e, eu acho, q ela estava com uma fio-dental. A amiga dela tinha uma voz engraçada... foi divertido. Yolanda, se você ver esse post please, comente alguma coisa. Eu vou postar o próximo capítulo do livro, então, preparen-se para ler. Ah!!! Quando a gente estava saindo do boliche, meu cunhado foi paquerado por uma grupo do gays, foi muito engraçado!! Gays são muito legais! Se todos os homens fossem gays o mundo não estaria tão perdido assim.
Capítulo 2- O velório:

Foi uma longa e cansativa viagem até onde o corpo de minha tia estava sendo velado. Ela estava pálida, apática, com grandes olheiras. Ao ver a mãe, Juca caiu no choro, segurando a mão da mãe morta. Lembre dos dias que passei com ela, das coisas idiotas que a agente fazia, da vez que pintamos as unhas dos pés de Juca de vermelho e escondemos a acetona... Lembrei do meu primeiro kit-maquiagem, de tudo. Isso me fez chorar silenciozamente no canto do cômodo.
Depois de 3 horas cansativas, recebendo os parentes distantes de minha tia, chegou a hora que eu esperava. A hora do enterro do corpo. Caminhamos atraz do carro funerário pelo belo semitério até chegar a um lugar com uma enorme tenda branca. Debaixo dessa tenda estava um buraco. Nos reunimos em volta do túmulo enquato o carro era "descarregado".
Juca estava na minha frente, bem perto do buraco, pensei comigo:"se Juca não tiver cuidado, vai acabar caindo nesse buraco". Não deu outra, dali 2 segundo que pensei isso Juca caiu no buraco. Roprimi uma risadinha, enquanto meu Tio tentava tirar o garoto de lá. Juca estava com uma cara de dor, misturado com espanto e tristeza. Suas pernas estavam raladas, e seu pé inchado. o garoto se sentou na grama molhada, dexando lágrimas escaparem. Mas vi que não eram lágrimas de tristeza, mas sim de dor. Juca tinha quebrado seu pé.
Depois do enterro, fomos direto para o hospital. Depois de algumas horas de espera, Juca foi levada para a radigrafia. Algum tempo depois já estava sendo engressado pelo ortopedista. O médico de nariz comprido e avental amarelado enfim nos dispensou, dando um atestado de 2 dias de escola ao garoto.
Chegando em casa, ajudei Juca a caminhar até seu quarto. Ele se deitou na cama, eu coloquei 3 almofadas em baixo de sua perna quebrada.
- Quer aluma coisa? Ah! Um analgésico... Vou buscar. Ok, eu ponho açucar na dipirona. Um pedaço de chocolate?? Pra que?? Ok, ok...
Fui até o banheiro do corredor, abri a segunda porta do armário, peguei a dipirona e li a bula. ok, eram 30 gotas. Corri para a cozinha, coloquei água num copo, pinguei as 30 gotas, coloquei umas 4 colheres de chá de açucar, isturei tudo, pegei a barra de chocolate e levei para o quarto de Juca.
- Toma. Isso, seu chocolate. Um pedaço, sim, quero sim. -me sentei no banquinho ao lado se sua cama. Enquato comiamos o chocolate, ouvimos um choro abafado vindo do quarto-do-casal. Meu Tio estava muito abalado. Conversei com Juca sobre tudo o que aconteceu no dia, emtão eu lembrei da existencia de Fenando. Meu irmãozinho ainda não tinha almoçado.
AO pensar na comida, meu estomago começou a roncar e uma forte dos-de-cabeça me atingio. Fui para a cozinha, vasculhei os amrários até achar um pacote de macarrão. Fui até a geladeira, peguei presunto e queijo, tomates, cebola. Peguei uma panela, e a enchi até um pouco acima da metade com água. Piguei o tamote, a cebola o presunto e o queijo. Coloquei os 4 pratos na mesa e coloquei o macarrão na água fervente. Enquanto o macarrão cozia, eu peguei uma frigideira e abri uma lata de molho. Coloquei 2/4 de lata nela, adicionei o resto dos ingredientes, mechi tudo até fritar bem. Coloquei o macarrão numa fasília e o molho por cima. Levei tudo a mesa, voltando para ageladeira para pegar a Coca. Depois disso, chamei todos para o almoço, indo de quarto em quarto.
Foi um almoço muito calmo, e no fim, ajudei Juca a voltar ao quarto. Fernado cuidaria da louça. Fui para o meu quarto e começei a ler HP4. Era a aparte que o harry falara para Cedrico que a primeira tarefa seria Dragoes. Li até a página 300. Quando terminei de ler, fui tomar um longo e demorado banho, depois fui fazer o meu dever de casa.
Enquato fazia a lição, o telefne tocou. O atendi, era Rosa no outro lado da linha. Ela queria saber o que aconteceu que eu tive que ir embora, Contei de toda a aventura do meu dia, e ela só ouvio. Depois de 1 hora falando mal das garotas ridículas do colégio, resolvi falar com ela por MSN. Liguei meu laptop da apple, e fiz tudo o que uma pessoa normal faria no computador.
Algumas semanas se ´passarm até que o meu tio chamou a mim e a Juca no escritório. Ele tinha um monte de papeis na mesa e uma calculadora. O que ele faria agora?


Bom, genten, é isso...
espero que gostem do capítulo 2.
Beijooos!

Ahhhh!!!!!!

gente, gente!!! Hoje o dia está sendo perfeito!!!

para começar, a aula foi D+ com a thamyres, a gente riu muito com as coisas idiotas e de como a alice eo jasper são... fendo vocês sabem oq. Depois, na aula de ed. fisica a agente jogou vlolei com o eduardo, eu achava q ele era mudo, mas ele falou hj! Ele não é muito legal, mas ficava com cara de interrogação quando eu falava com a thamyres. Na aula de matemática a alé memmandou um bilhetinho falando que queri ver como o pé dela ficava com um All Star, ai gente no meio da aula, trocou de sapato... ficamos uma aula inteira de hist. e no começo da aula de ed. fisica fonos no banheiro para trocar de sapato e fugir das garotas que a gente odeia. Só que, como nada na vida é tão bela assim, as garotas entraram no banheiro e ficaram olhando pra gente, que estava com um pé de cada tenis. Chegando no carro a gente foi para a feira comer pastel, muito bom por sinal, e no caminho eu fui ouvindo JB. Depois do almoço, quando eu fui levar minha mochila para o quarto, minha mãe e a minha irmã foram para a farmácia comprara segringas paraminha irmã aplicar a ingessão no meu dalmata, não se assustem ela é veterinária, e eu fiquei em casa. e Eis q quando eu botei o pé no quarto a camapinha toca! ADIVINHEM OQ ERA???



OS INGRESSOS PARA O SHOW DOS JB!!!! Eu gritei na janela e desci as escadas correndo, tentei apartar os cachorros na porta, masm não consegui, então eu resolvi levar-los no colo. O meu shit-zu subiu no sofá para vel pela janela e o pincher foi cmg no colo. Ai o tiozinho falou:

- eu preciso emtregar esse venvolope para o sr. sergio ou p/ a amélia. E eu: -Eles não se encontram no momento, eu posso receber. E ele: tá, você sabe o RG deles? E e eu: -Nã sei mas eu posso ligar e perguntar. Ai e liguei para a minha mãe ela deu o rG dela e eu assinei lá e finalmente.... OS INGRESSOS SÃO MEUS!! AHHH!!! EU NEM ACREDITO NISSO!!!!!


mudando de assunto..

esse fds eu vou viajar para a praia, então eu vou dar um jeito de lá atualizar o blog para contar as novidade, e, é claro, postar o meu capítulo2 - o velório.

amei o dia de hj!!!

OBRIGADA POR ENTAR NO MEU BLOG!!

beijooooooos!

Olá pessoas!!!

Hoje na escola foi um tééédioooo!!! Além de ter aulas de geo eu tenho de inglês... como se não bastasse esse sofrimento ainda tive 2 de portugues. A parte boa das aulas são os bilhetinhos sobre eu e a minha queria amiguxa Thamyres imaginado como o Dr. Carlisle e a Esme fazem aquilo.Tá, na nervadade eu falei mais é do blog da yo, e das histórias da yo... mas isso não vem ao caso. resolvi, depois de muito pensar que eu, Bruna, vou publicar 1 capítulo do meu querido livro MEU PRIMEIRO SCARPIN ROSA CHOQUE. E, se vocês comentarem eu posso pesar no caso de colocar o cap. 2. Bom, ai está, espero que gostem,pq eu não gostei muito. Huahsuahsuhu!

Capítulo 1

Nome: Patrícia

Idade: 14 anos

Cidade: Sampá

Noooosa, hoje na escola foi suuuper legal! A chata da profª Jach não foi!! Nossa, ainda bem! Ela e uma chata mesmo... na aula vaga, aproveitei pra fazer a lição de matemática, já que hoje seria dia de eu ir ao médico. Estava lá eu sentada no fundo da sala, quando chega a Dona Rosa falando que eu estava despencada, ok... juntei minhas tralhas e fui pra secretaria. Chegando lá, quem encontro?
Meu tio Roni e o meu primo Juca. Fazia décadas, ta bom décadas não, mas anos que eu não os via! Geralmente eles só vem pra sampa em casos muito graves. Ihh... muito graves...
Chego na secretaria e:
— Oi tio Roni! - e dou um abraço apertado nele ­- Cadê a tia Carmem?
— Oi Patrícia... não tenho boas noticias...
— Nossa o que foi que aconteceu, o Juca ta chorando tanto...
— Pela má noticia... – disse ele soluçando –
— Foi a tia Carmem né?
— È...
— Ela se foi?
— Foi
Nesse momento corri para falar com o meu primo Juca, estava chorando tanto, mas tanto, que molhou toda a poltrona da sala de espera.
— Juca, não fica assim – disse eu sentado ao lado dele e o abraçando –
— Foi tudo tão rápido, o acidente, a ambulância, a morte da mamãe... – nessa hora ele desabou em lágrimas Mesmo –
— Acalme-se Juca... tome um copo de água...
— Não quero água, não quero nada, só quero ficar em paz um pouco, será que você me entente?!?!?!
— Claro que sim Juca!!- disse eu o abraçando novamente.
— Paty, desculpa, estou muito triste e com raiva - disse ele me abraçando.
Percebi que esse abraço foi o mais forte do que os outro dois, e que agora ele estava se acamando, continuamos abraçados por mais de 2 minutos até que ele se acalmou. Yes, ele tem a minha idade, 14 anos... é, até que ele é bonitinho! Não pensem besteira em!
Fui da escola para a Casa do meu Tio. Lá, encontrei meu irmãozinho, sentado no sofá da sala, jogando no seu video-game portatil. Resolvi acompanhar Juca até o quarto, sabendo que quando chegasse lá ele me contaria tudo.
— Cancer. Eu sabia que matava, mas porque a minha mãe? - disse ele soluçando.
— Calma Juca, calma... Eu já passei por isso antes, você lembra quando eu vim morar aqui com o Fernando como eu estava? O pior de tudo é que eu era bem novinha quando a mamãe morreu, você sabe disso. Ainda tive que ir depor no julgamento do meu pai, afinal, eu fui testemunha do assassinato dela, não é?
— Sim, sim, mas... que bom que você sabe o que eu estou sentindo! - disse ele sentando na cama.
— Foi hoje? A que horas? Ah, as 7h... já estava em aula. Já foi o enterro, não é? Não? Quem está lá no velório? Ah.. a Tia Eliza...
Fomos até meu quarto, lá, dei para ele o meu caderno de poemas, isso me ajudou muito nos dias em que senti mais falta de minha mãe. Ele se sentou na minha cadeira-de-balanço e leu os poemas, deixando cair mais lágrimas do que já tinham lá quando eu os escrevi.
— São realmente bons, Pateta-maldito apelido que ele me deu quando criança-, você mesma que escreveu?
— Claro! Agora, acalme-se. Vou até a cozinha pegar um copo d'água para você.
— Obrigada, mas não precisa. Vamos, troque de roupa, daqui a pouco vamos para o enterro.
Fiz o que ele me pedio assim que ele bateu a porta. caminhei pelo quarto até a parede doextremo norte, onde encontrava-se meu armário. O que usar? Peguei uma calsa jeans e uma bata preta. "meu Deus, vou morer aqui nessa bata preta! 37º ao meio dia!". Fui até o meu banheiro, fechei a porta e troquei de roupa. Sapato, sapato, sapato... Ah! Já sei! All star preto! Antes de ir para o meu armário de volta eu passei um lapis nos olhos, escovei os meus longos cabelos loiros ondulados e bassei um baton clarinho. Pronto, Ainnn!! O que é essa franja!! Chapinha, cadê você? Chapinha, chapinha... aqui! Isso, pronto. Sai do banheiro e fui para o quarto, coloquei o meu sapato e voltei para o banheiro. Chapinha feita. Franja estava linda! Recolhi o meu uniforme do chão do banheiro, e o pendurei na maçaneta. CADÊ MINHA BOLSA PRETA??????? Cadê???? Caramba!! Achei! Coloquei nela meu celular, uma caixnha de lenços, minha carteira.
— Já estou indo - gritei descendo as escadas até o andar de baixo.
É isso povo!
Espero que gostem!
beijoos!
Alguns dizem que eu sou louca. Garanto. Não sou louca, sou, digamos, feliz demais... Mas, é claro, tem dias que é melhor nem falar comigo. Outros dizem que eu sou idiota, é... talvez eu seja mesmo. Sou o que você quiser que eu seja, sou falsa, muito, com algumas pessoas, que eu não devo falar os nomes.

Ler? Adoro!Mas não lí muitos livros até agora, comparando aos que a Yolanda leu... Tem gente que fala que se arrepende do passado... eu não me arrependo... até dos meus erros mais banais, não me arrependo. Pq, afinal, se eu não tivesse errado, como eu ia saber que aquilo era um erro?

Combo, não, não de pipoca, é um "texto" que eu escrevi em 2007, é muito bom, conta a minha história... Tem um outro "texto" que eu escrevi tbm, chama-se "Pode rir, o nome do livro é esse mesmo" e "Meu primeiro scarpin rosa choque". Os dois ultimos não foram comcluidos... Sou a leitora em primeira mão dos livros da Yolanda, dona do blog Just Another Silly Place, que já comcluio 2 livros, muito bons, denominados "Cibelle"-história de uma garotinha que vive num casaão, mas é filha da empregada, e "Ovelha-Negra"-história de uma menina que tem uma amiga-espirito.

Me identifico muito com "Ovelha-Negra", é meio que a história mais MARA que eu já li na vida. Acho que fanta-uva dá sede por ser muito doce. Gosto de Coca, mas prefiro pepse. Gosto de perfume e de livros, se eu dia quiser me presentear, me dê isso.

Dou muita risada, não se assuste, falo muita bobeira e dou risada muito facilmente, principalmente quando no cine falam "ronaldo". Voltando aos "textos" meus, "Pode rir, o nome do livro é esse mesmo" é bem triste, conta a história de uma menina que perde a mãe, o pai a matou numa manhã de sábdo. "Primeiro scarpin rosa choque" é uma história muito legal, conta a história de uma menina nerd que vai para uma outra escola e não fica popular, mas sim descobre que ela pode ser poderoza sozinha.

Eu tenho uma imaginação fertil, se, do nada, eu te perguntar se vc gosta de espinafre não estranhe. Gosto também de Harry Potter, quer dizer, agora gosto, néah... pq até o ano passado eu achava HP uma coisa meio... estranha. Até eu ser convidada para um Encontro Potteriano e começar a gostar da série.

É só..

espero que gostem

beijoos