Your heart deserves your trust
A choice made by all of us
The sun will come back tomorrow
There´s a message in the bottle
So come on I´ll meet you there
There´s enough sunshine to share
As long as you know
The bridge between us is a rainbow
Aos 2 anos descobri o que eram os amigos sem ao menos saber que aquilo se chamava amizade. Coisas maravilhosas acontecem quando estamos com eles, veja só como a amizade pura pode vir a ser a mais bela manifestação de amor:
com os amigos nós nos divertimos para valer; são essas pessoas que nos fazem sorrir e são as mesmas que podemos contar tudo e para com tudo. São eles que nos falam verdades sem medo, afinal, se a amizade é verdadeira não tem por que brigas. São os amigos que enchem nossas vidas de carinho e atenção, fazendo assim mais do que parte de nossa família pessoal, mas parte significativa de nosso coração. 
O que dizer de Yolanda e seus 20 reais, de Vitória e seus tuins, de Savanna e seus surtos de paixão instantâneas, de Miki se jogando em cima da gente, da D-Chan e suas trocas de casinhas, quer dizer, de namorados, de Lívia sem entender nada de tudo isso, de Karina e suas bolachas, de Thamyres sendo minha filha, do Geeh e sua abstinência, de Dii com seus altos casos na calada da noite, de Babii com seus BGs para meu twitter, de Sara e seu fogo, de Carol e seu bicho-de-goiaba e de Kamilla com os seus babados, de Vitor com a mulher loira dançando em cima da cama, de Kogiso e sua infantilidade, de Fernanda e seus livros, de Min.ha e seus ataques de fã de TH, de Piu-Piu e o papo de mulher, de Clarissa e suas aulas de matemática, e, por último mas não menos importante, de Lucas com seus pulsos cortados?
Digo hoje, com orgulho, que posso contar, sem medo, com todos os meus amigos (aqueles lindos). alguns me conhecem desde pequenininha e sabem tudo, ou quase tudo, de mim. Há aqueles que eu não conheço pessoalmente, mas daria a vida por eles se fosse preciso. Na verdade, eu daria a vida a todos os meus amigos. 
O mundo pode mudar, a década pode passar, legados e eleitores podem mudar o sistema, mas a unica coisa que nunca vai mudar é o amor que sinto por todos vocês. Obrigada por existirem. 


Somos jovens. Somos uma nação de música, somos a esperança e somos a desgraça. Fazemos tudo pelos amigos, amamos. Nos apaixonamos por alguém e por alguma coisa. Temos medos e somos corajosos. Fazemos com a arte da música críticas e elogiamos. Odiamos o sistema. Fazemos "nós" virar "vós", fazemos "eu" virar "nós" com uma facilidade imensa. Somos a geração do computador. Todos gostam de All Star. Sempre. Amamos festa. Adoramos dias de sol e parques temáticos. Não gostamos de passar protetor solar mas reclamamos das queimaduras. Gostamos de futebol. Principalmente em época de copa do mundo. Choramos por coisas idiotas e de raiva. Dormimos durante as aulas ou olhamos a casa instante no relógio. Sorrimos só de ouvir as palavras "aula vaga". Queremos ser aceitos, adoramos a idéia de popularidade mesmo sabendo que vamos ser esquecidos. Queremos atenção e lutamos isso. Lidamos bem com o paradoxo. Amamos nossa nação, mesmo sem admintir. Somos jovens. Gostamos de cartas e de jogos. É, a juventude continua sendo um procedimento padrão.
Ele acordou as sete horas em uma segunda feira, tomou seu banho e seu café da manhã. Foi para a escola, zoou com os amigos, pegou umas meninas, se apaixonou por algumas. Terminou o colégio, foi para a faculdade, se formou, arrumou um emprego, casou-se, saiu de casa, comprou um cachorro, um gato e/ou um passarinho. Preocupou-se em ganhar dinheiro para sustentar sua família, esqueceu-se de ser feliz por mais tempo. Dançou com sua esposa no 27 aniversário de casamento, aproveitou o gosto fino do vinho que comprara. Brigou com os filhos, se arrependeu de tudo, pediu desculpas ao mundo, sem saber que ele tinha que pedir desculpas a si mesmo por deixar para traz toda uma vida que poderia ter sido mais feliz do que foi. Tentou aproveitar o máximo de tempo que lhe restava, sorrio com sua família e com seus amigos, foi feliz. Depois de tudo, voltando para a casa um pouco "alto", bateu o carro num poste e morreu durante a cirurgia. E essa é o padrão de mediocridade vivido por muitos.
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Somos jovens, independente de nossos países. Todos jovens (ou teens, se preferir americanizar) queremos sempre as mesmas coisas. Queremos ser discretos, mas queremos aparecer. Queremos romance e queremos comédia. Temos dias de quase-morte e dias de quase-morte-de-tanto-rir. Queremos música e queremos amigos, queremos escola, mas não queremos matemática ou física. Queremos atenção, porém queremos privacidade. Queremos cores e queremos sépia. Queremos viajar o mundo. Não queremos passar fome. Temos pontos fracos e pontos fortes. Achamos nossa letra feia, mas sabemos que há um alguém que nem isso tem. Queremos o perfume e o êxtase da juventude. Queremos festa. Temos dias de fossa e dias de “NOSSA!”. Queremos coisas ao nosso alcance e fora dele. Não queremos a tristeza, mas a aceitamos. Sentimos e vivemos intensamente. Sabemos que tudo isso um dia acaba e sabemos que vamos nos arrepender de muita coisa. Queremos mais música e mais festa. Queremos alguém e queremos alguém para contar. Queremos tudo e nada. Sabemos pouco, mas sabemos mais. Somos inteligentes, porém inexperientes. Estamos por ai, em todos os lugares do mundo, querendo tudo e odiando todo o resto. Um dia já quisermos entrar em um buraco e não sair mais. Nos surpreendemos. Achamos graça de tudo, falamos sobre o tempo e sobre os velhos tempos. Somos todos iguais, é verdade. A juventude é mesmo um procedimento padrão.
Perante a lua desabafo
Somente com um olhar eu digo
Ela me responde jogando facas
Me levando ao poço da verdade

Nesse lugar encontro fadas
Pergunto a elas quando se meu conto
E elas me respondem:
É você quem deve escrevê-lo

Sob a luz das estrelas
Numa noite de lua nova
Deito-me na grama
E procuro minhas respostas

Atrás de uma jabuticabeira
Vejo uma luz a brilhar
Sigo até ela
Esperando a algo encontrar

O que encontro sou eu mesma
Numa forma diferente
Uma que nunca imaginei,
Se ergue dentro de mim

Pergunto a ela por onde tinha andado
E ela me responde:
“Dentre você e seu oposto,
Sou seu intermédio”
Caso um dia leia isto
Quero que lembre de mim de tal jeito:
Caso minha vida fosse comparada com um quarto,
Saiba que seria um dos mais bagunçados,
Mas lembre-se que se arrumar a cama, faz uma diferença e tanto

Caso eu for comparada com um animal
Que ele seja um cachorro
Daqueles bem bagunceiros
Porém dos mais companheiros

Caso meus poemas forem comparados
Que seja com uma flor,
Pois ela pode ser bela ou pode não ser

Caso queira falar comigo depois de minha morte
Fale com a lua
Pois ela sempre vai te escutar e te fazer lembrar do que realmente importa

Caso queira ser meu oposto
Seja normal
Pois pessoas normais são chatas!

Caso leia qualquer obra minha
Lembre-se que nelas deposito todo o meu carinho.

Caso queira se lembrar de mim
Lembre-se das coisas boas que fiz,
Como esta:
Eu te amo.
Aqui, enfim.
Não sei porque
Mas aqui
Não sei para que fim
Mas aqui.

Por que aqui?
O que é aqui?
Onde é aqui?
Aqui não é ali, é?

Enfim,
Não me importa.
Não necessito disso para viver
Necessito daquilo
Daquilo o que?
Não sei
Só daquilo.
Coisas bizarras podem acontecer com uma pessoa com abstinência de livros. Eu, por exemplo, já não aguento mais ficar sem ler. Eu até queria baixar um livro, mas eu to cansada de ler pelo computador. Ontem eu gravei o Podcast sobre Adam Lambert, depois eu deixo o link. Meu cachorro, um pincher de 30cm, tá me irritando. Ele não pára de tentar acasalar com o meu Shitzu. Minha amiga disse que é influencia do Adam... eu até concordo!
A indicação de vídeo de hoje é o PC Siqueira, com o seu ultimo vídeo postado no canal "maspoxavida". Divirtam-se!
http://www.youtube.com/watch?v=4iK_Zt2kWks
Hoje, quando estava no twitter, me deparei com a seguinte frase: "Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, acorda." (@tulfr) e me dei conta de como isso é verdade. As pessoas vivem sonhando e querendo mais e mais, sem se dar conta de quão fúteis elas estão ficando. Ai, quando elas finalmente olham para si mesmas, elas se dão conta disso e tentam mudar. As vezes dá certo... as vezes não. Hoje também eu me peguei pensando em como eu tinha abandonado esse blog. Eu sei que ninguém lê isso aqui, e os poucos que fazem isso só fazem pq eu peço, mas eu tento. Ah, sim, Adam Lambert. Descobri meu novo ídolo faz poucos meses, quando minha amiga me apresentou a musica dele. Desde então eu ouço bastante e fiquei fascinada com a habilidade dele de ser foda sem tentar ser foda. Fiquei satisfeita comigo mesma ao perceber que Adommy é uma coisa linda, mesmo sendo uma coisa que eu não estou acostumada. Enfim, todo final de post agora eu vou deixar uma dica de vídeo então aqui vai:

Olá, pessoinhas!
Eu sei q faz milênios q eu n posto aqui, então vou postar um texto de minha autoria.

Acordei as oito horas de uma manha quente em meu humilde apartamento na praia. Quando olho pela janela de madeira envelhecida não avistei somente uma praia paradisíaca,mas também as lembranças de um passado alegre e cheio de amor. O mar azul e a areia branquinha convidaram-me a uma caminhada que seria relaxante, se não houvesse o barulho irritante dos carros na avenida. Desci as escadas de madeira fazendo-as ranger a cada passo.Sem tomar café da manhã, fui para a praia. Meus pés afundaram na areia branca e fofinha, fazendo-me entrar numa fantasia estranha o suficiente para escrever um livro. "Ai está, essa pode ser minha próxima obra"- pensei
Eu estava no único planeta em que a areia afundava a cada passo e o mar não era em azul ou verde, era em tons de roxo. A cerca de cem metros, a minha frente, havia uma floresta escura e inexplorada. Aquela era a minha unica chance de encontrar minha paixão e minha loucura. Corri para a mata, sentindo os músculos de minha perna contraírem-se. Já alguns metros dentro da tal floresta, ouvi com atenção os cantos dos pássaros e analisei as plantas a minha volta. Ouvi o som das aguas de algo que parecia um lago moverem-se, como se alguma coisa mergulhasse ali. Corri para o suposto lago, mas tudo o que encontrei foi a mim mesmo e a minha loucura. Desmaiei com o susto. Quando acordei, as oito horas da manhã, em meu humilde apartamento na praia e olhei pela janela, pude apreciar a vista do mar e as lembranças de minha amada: a aventura.