Hoje na escola foi um tééédioooo!!! Além de ter aulas de geo eu tenho de inglês... como se não bastasse esse sofrimento ainda tive 2 de portugues. A parte boa das aulas são os bilhetinhos sobre eu e a minha queria amiguxa Thamyres imaginado como o Dr. Carlisle e a Esme fazem aquilo.Tá, na nervadade eu falei mais é do blog da yo, e das histórias da yo... mas isso não vem ao caso. resolvi, depois de muito pensar que eu, Bruna, vou publicar 1 capítulo do meu querido livro MEU PRIMEIRO SCARPIN ROSA CHOQUE. E, se vocês comentarem eu posso pesar no caso de colocar o cap. 2. Bom, ai está, espero que gostem,pq eu não gostei muito. Huahsuahsuhu!
Capítulo 1
Nome: Patrícia
Idade: 14 anos
Cidade: Sampá
Noooosa, hoje na escola foi suuuper legal! A chata da profª Jach não foi!! Nossa, ainda bem! Ela e uma chata mesmo... na aula vaga, aproveitei pra fazer a lição de matemática, já que hoje seria dia de eu ir ao médico. Estava lá eu sentada no fundo da sala, quando chega a Dona Rosa falando que eu estava despencada, ok... juntei minhas tralhas e fui pra secretaria. Chegando lá, quem encontro?
Meu tio Roni e o meu primo Juca. Fazia décadas, ta bom décadas não, mas anos que eu não os via! Geralmente eles só vem pra sampa em casos muito graves. Ihh... muito graves...
Chego na secretaria e:
— Oi tio Roni! - e dou um abraço apertado nele - Cadê a tia Carmem?
— Oi Patrícia... não tenho boas noticias...
— Nossa o que foi que aconteceu, o Juca ta chorando tanto...
— Pela má noticia... – disse ele soluçando –
— Foi a tia Carmem né?
— È...
— Ela se foi?
— Foi
Nesse momento corri para falar com o meu primo Juca, estava chorando tanto, mas tanto, que molhou toda a poltrona da sala de espera.
— Juca, não fica assim – disse eu sentado ao lado dele e o abraçando –
— Foi tudo tão rápido, o acidente, a ambulância, a morte da mamãe... – nessa hora ele desabou em lágrimas Mesmo –
— Acalme-se Juca... tome um copo de água...
— Não quero água, não quero nada, só quero ficar em paz um pouco, será que você me entente?!?!?!
— Claro que sim Juca!!- disse eu o abraçando novamente.
— Paty, desculpa, estou muito triste e com raiva - disse ele me abraçando.
Percebi que esse abraço foi o mais forte do que os outro dois, e que agora ele estava se acamando, continuamos abraçados por mais de 2 minutos até que ele se acalmou. Yes, ele tem a minha idade, 14 anos... é, até que ele é bonitinho! Não pensem besteira em!
Nome: Patrícia
Idade: 14 anos
Cidade: Sampá
Noooosa, hoje na escola foi suuuper legal! A chata da profª Jach não foi!! Nossa, ainda bem! Ela e uma chata mesmo... na aula vaga, aproveitei pra fazer a lição de matemática, já que hoje seria dia de eu ir ao médico. Estava lá eu sentada no fundo da sala, quando chega a Dona Rosa falando que eu estava despencada, ok... juntei minhas tralhas e fui pra secretaria. Chegando lá, quem encontro?
Meu tio Roni e o meu primo Juca. Fazia décadas, ta bom décadas não, mas anos que eu não os via! Geralmente eles só vem pra sampa em casos muito graves. Ihh... muito graves...
Chego na secretaria e:
— Oi tio Roni! - e dou um abraço apertado nele - Cadê a tia Carmem?
— Oi Patrícia... não tenho boas noticias...
— Nossa o que foi que aconteceu, o Juca ta chorando tanto...
— Pela má noticia... – disse ele soluçando –
— Foi a tia Carmem né?
— È...
— Ela se foi?
— Foi
Nesse momento corri para falar com o meu primo Juca, estava chorando tanto, mas tanto, que molhou toda a poltrona da sala de espera.
— Juca, não fica assim – disse eu sentado ao lado dele e o abraçando –
— Foi tudo tão rápido, o acidente, a ambulância, a morte da mamãe... – nessa hora ele desabou em lágrimas Mesmo –
— Acalme-se Juca... tome um copo de água...
— Não quero água, não quero nada, só quero ficar em paz um pouco, será que você me entente?!?!?!
— Claro que sim Juca!!- disse eu o abraçando novamente.
— Paty, desculpa, estou muito triste e com raiva - disse ele me abraçando.
Percebi que esse abraço foi o mais forte do que os outro dois, e que agora ele estava se acamando, continuamos abraçados por mais de 2 minutos até que ele se acalmou. Yes, ele tem a minha idade, 14 anos... é, até que ele é bonitinho! Não pensem besteira em!
Fui da escola para a Casa do meu Tio. Lá, encontrei meu irmãozinho, sentado no sofá da sala, jogando no seu video-game portatil. Resolvi acompanhar Juca até o quarto, sabendo que quando chegasse lá ele me contaria tudo.
— Cancer. Eu sabia que matava, mas porque a minha mãe? - disse ele soluçando.
— Calma Juca, calma... Eu já passei por isso antes, você lembra quando eu vim morar aqui com o Fernando como eu estava? O pior de tudo é que eu era bem novinha quando a mamãe morreu, você sabe disso. Ainda tive que ir depor no julgamento do meu pai, afinal, eu fui testemunha do assassinato dela, não é?
— Sim, sim, mas... que bom que você sabe o que eu estou sentindo! - disse ele sentando na cama.
— Foi hoje? A que horas? Ah, as 7h... já estava em aula. Já foi o enterro, não é? Não? Quem está lá no velório? Ah.. a Tia Eliza...
Fomos até meu quarto, lá, dei para ele o meu caderno de poemas, isso me ajudou muito nos dias em que senti mais falta de minha mãe. Ele se sentou na minha cadeira-de-balanço e leu os poemas, deixando cair mais lágrimas do que já tinham lá quando eu os escrevi.
— São realmente bons, Pateta-maldito apelido que ele me deu quando criança-, você mesma que escreveu?
— Claro! Agora, acalme-se. Vou até a cozinha pegar um copo d'água para você.
— Obrigada, mas não precisa. Vamos, troque de roupa, daqui a pouco vamos para o enterro.
Fiz o que ele me pedio assim que ele bateu a porta. caminhei pelo quarto até a parede doextremo norte, onde encontrava-se meu armário. O que usar? Peguei uma calsa jeans e uma bata preta. "meu Deus, vou morer aqui nessa bata preta! 37º ao meio dia!". Fui até o meu banheiro, fechei a porta e troquei de roupa. Sapato, sapato, sapato... Ah! Já sei! All star preto! Antes de ir para o meu armário de volta eu passei um lapis nos olhos, escovei os meus longos cabelos loiros ondulados e bassei um baton clarinho. Pronto, Ainnn!! O que é essa franja!! Chapinha, cadê você? Chapinha, chapinha... aqui! Isso, pronto. Sai do banheiro e fui para o quarto, coloquei o meu sapato e voltei para o banheiro. Chapinha feita. Franja estava linda! Recolhi o meu uniforme do chão do banheiro, e o pendurei na maçaneta. CADÊ MINHA BOLSA PRETA??????? Cadê???? Caramba!! Achei! Coloquei nela meu celular, uma caixnha de lenços, minha carteira.
— Já estou indo - gritei descendo as escadas até o andar de baixo.
É isso povo!
Espero que gostem!
beijoos!
3 comentários:
Vixi, a menina se produz toda pro enterro, haha! CADÊ A CHAPINHA? Haha, parece eu.
Aaaw, eu prefiro o Combo! Mas continua esse. Aliás, você mudou a história, né? Da primeira vez que eu li não tinha essa segunda parte.
Beijos!
aaah amei amei amei
huahsuahus!! Ah... mais ficou bem livros brasileiros antigos, que vc acha no começo q ela está sendo no sentido literal e quando vc vê é no conotativo... "faziam anos que eu não via meu tio"
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